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Amado país Meu
amado Portugal Nação imortal
Berço do mundo País
fecundo Ergue-te hoje de novo
Memória do povo Do Oceano
profundo És meu Portugal
Que nos viu nascer E que me
reconforta Memória marinha
Por esse mar fundo Revelador do
mundo Que se fez menino(a)
Nasceste jucundo Sorriso
profundo Nos lábios de um povo
Descobridor do mundo Na boca de um povo Caravela menina
Que te viu crescer Do amanhecer Que parte de novo
Hoje e amanhã À noite
vã Para parte incerta
Senhor no mundo Da aurora
que desponta Por descobrir
É tua a honra É tua a Glória Portugal vitória
Da tua memória Que se
perde no Tempo De um povo a glória
De um mundo inteiro Que te viu nascer Que te fez sorrir
Por descobrir Nessas
campinas Em tempos antigos
E face aos perigos Os medos
vencidos Dos teus avós
Nunca esmorecem Essas memórias Egrégios senhores
Portugal que acontece E o amanhã se cumpre De todos nós
E nos faz viver No
entardecer Levanta-te hoje
Correndo no sangue Coração exangue E mais uma vez
Essa nação De
Cristo em Fé Mostra ao mundo inteiro
De nobre condição O que é ser
futuro O que é ser Português
Desse porvir Que
todos desejam Uma e outra vez
Que todos esperam Que todos
cobiçam Abrindo caminhos
Adivinhando perigos Que todos
constroem Traçando destinos
Que se apresentam Nas
encruzilhadas Por esse futuro
Em parte incerta Das
nossas memórias Que se adivinha
Mas que desperta Antigas
glórias E corre de novo
Essa memória Da nossa FÉ… Nas nossas veias
De um povo a glória Contra os
canhões No corpo de um
povo
Que nasce de novo A Vitória na
marcha Por Deus abençoado(a)
E hoje acontece Nesse
sacrifício Por Cristo conduzido
E não perece O
Hino de um povo Pelo diabo cobiçado
Assim se semeia Cantado
de novo Pela terra parido
Para que Portugal seja De novo o destino Onde lavramos
Hoje e amanhã De numa
criança nascer O nosso alimento
A nossa glória Filha desse Tempo Que é pão sagrado
Que assim acontece Fora do Tempo e
destino E vinho de sangue
E esse vinho se bebe Desse deus menino Desse cálice aberto
Da história fecunda Desse tormento
atroz Que é Cristo na cruz
P’lo diabo imaginada Pelo homem tentada No calvário que é nosso
Nosso povo pátria amada Nosso berço nação Memória distante
Da terra profunda Da oração
funda De um desejo constante
Que não esmorece Que força nos
dá E que a todos seduz
Face aos perigos Enfrentando
inimigos Da pátria amada
Que se apresentam À sombra da luz Que é ser Jesus
Em forma de cruz Nesse
calvário Olhando distante
E a todos seduz Pelo céu
que testemunha Do alto a luz
E a todos desejam Nesses dias
glorificado O destino de um povo
O dia amanhece Na sua
prece Que assim ao sol se cumpre
E um povo acontece No dia que finda Hoje de novo
No principio e fim… E hoje acontece… Na memória de um
povo…

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