sábado, 31 de janeiro de 2015

FERE-ME ...



FERE-ME o corpo, a alma, o coração a tua indiferença…  FERE-ME

E por mais que tente esquecer, morro hoje outra vez aléM
Recordando esse      sentimento frio que me causa arrepios… ( ¬ - )
Em dissonância com a minha alma agora vazia e dilatantE
( - ® ) Trespassada por setas envenenadas por esse maR
Maior infernal e tormentoso mar em constante tempestadE
E assim tu dilaceras o meu corpo estilhaçado e [ F ]eres-me:
... A alma        que lentamente se afunda num mar de lágrimas...
O coração que bate arritmicamente intempestivo...
O pensamento que se tolda na obscuridade do ser...
O desejo que se esvazia em tragos de álcool e éter...
A vida que vai morrendo lentamente, desertina...
O beijo       que se amotina e que se nega, negando-se o prazer...
E mais uma vez na ansiedade na dúvida [ F ]eres-me…
Mais uma vez feres-me, feres-me fria e ferozmentE
( - ® ) fulminando-me pelo olhar [ :’( ] gélido e selvagem olhaR
E de todo esse sofrimento, dessa violenta sementE
Recordada em aflição e em desespero frémito que sobrevive ( ¬ - )
Em memórias dolorosas de loucuras sem FIM… … … … … … … …

FERE-ME o desejo, o negado beijo tão cruelmente assim FERE-ME

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