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Profunda de + Uma +
Promontórios + + Estrela bela ++
Periclitantes penhascos + Junção +
Fundas serranias de
vales descalços… +
De veredas vazias…
Uivos de lobos famintos
Medos de outros medos
constantes
Segredos de pastores de
atalaia sempre vigilantes
Recortada silhueta de
aldeias isoladas distantes
Pela neve coberta na
invernal Fé
De um calor maior conhecido
por um amor maior dedicado
A um deus desconhecido
que ditou ao homem o seu fado
Ninguém o viu, ninguém o
vê o que só pela Fé se alcança
Uma estrela mulher que
brilha no coração de uma criança
Em cantilenas de um
romanceiro
Que se mostra profícuo
Filhas de uma pastora
descalça e de um filho de homem rico…
E sempre que a sentinela
da noite pia… abre-se o meu coração…
Para um novo dia que
breve acontece… Será estrela o que via?
E escutada a minha
prece? Neve branca? Alegria? Num novo dia que amanhece.

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